links:Web 2.0 em Italia

aqui vai um interessante artigo sobre web 2.0 em Italia, e descubri que os meus compatriotas são bastante criativos,interessate. http://www.apogeonline.com/webzine/2007/01/16/19/200701161901

aqui vai o link para uma conferencia em Milano sobre web&marketing 2.0 , massa também. http://www.web2oltre.it/pagine/pagina.aspx?&L=IT

aqui tem outro portal da tv publica Rai que antes que chegasse Berlusca era uma tv que fazia um bom serviço publico, agora virou a Globo da Italia, um lixão mediático. Mas ainda tem um programa de documentários sobre mundo digital e tendencia, muito bom, Neapolis site muito massa mesmo.

news: IBM lança servidores iDataPlex para Web 2.0

A IBM anunciou recentemente uma nova família de servidores específicos para suportar aplicações Web 2.0 que geram muito trafico. Os iDataPlex , esse é o nome das crianças, são servidores arranjados em rack com inovativas soluções de engenharia. Utilizam o 40% a menos de energia elétrica e aumenta de 5 vezes a potencia de calculo, dos tradicionais servidores IBM. Além disso, pode ser aplicada uma parede de esfriamento a água, dispensando assim o custo de ar condicionado e permitindo de trabalhar a temperatura ambiente. Para diminuir o custo dos servidores são utilizadas tecnologias Open Source, pense numa novidade :)

È interessante também ver como os iDataPlex foram focados para se integrar com o Cloud Computing sendo capazes de se conectar a outras maquinas dentro de um cloud e processar em paralelo partes de aplicações de grande porte, garantindo tempos de resposta rápidos para funções como a busca de imagens. Cloud Computing são redes de computadores que possibilitam  calculo com recursos distribuídos, acessíveis globalmente (geralmente através serviços Web 2.0) e gerenciáveis em maneira centralizada.

Tá ai um bom investimento futuro para aplicações bacanas como o www.tuangr.com , 100% web 2.0.

abçs

Claudio Ulisse

Flisol de 2008 em Fortaleza

O FLISOL que será realizado no dia 26 de abril, este ano ira acontecer na Faculdade Evolução que se localiza na rua Pedro I, 1276.

Este ano a  grande de evento está recheada de palestras de desenvolvimento, incluindo novas tecnologias como o OpenSocial, que será ministrada por Cristiano Milfont, nosso parceiro. Estarei apresentando a ferramenta eGroupWare, uma palestra para todos os publicos. Como já havia postando anteriormente, o eGroupWare é uma ferramenta de colaboração de grupo, possibilitando gerenciar as atividades, agendas e outros de forma integrada

Espero que ver todos no evento.

Abraços

Fernando Chucre

REST, Web Services sem WSDL

Olá,

durante o horário de trabalho tenho a sorte de debater com pessoas competentes e interessadas, sobre os assuntos mais quentes de tecnologia, um tipo de “otium”(ócio em latim) criativo coletivo. È sempre um prazer discutir idéias com amigos-colegas. Em um desses papos eruditos sobre tecnologia, estava conversando com meu amigo Christiano Milfont
sobre umas das tecnologias mais exóticas da web 2.0 : a tecnologia REST. Na verdade REST é um conceito, uma arquitetura web, é uma diferente maneira de implementar serviços web. Se trata de implementar serviços web orientados a recursos. Com REST Web services são reimplementados através de URI,HTTP,XML. REST é diferente de SOAP ou RPC. REST não é um padrão W3C, é uma arquitetura web, assim como Ajax.

Porque URI, HTTP e XML? As tres são interfaces extensiveis . Podem ser formadas um numero infinito de URIs e por isso podem ser usadas para ser identificadoras de recursos. Indicam o endereço e o nome dos recursos publicados. HTTP é um protocolo que suporta métodos, cabeçalhos e URIs nativamente. XML …acho que não precisa nem de explicações. As tres sustentam a web. Até aqui nada de novo.

A novidade vem com como que vou arranjar essas três tecnologias para consumir recursos.

Primeiro, os recursos são o que? Podem ser qualquer formato do XML ao JSON, do TXT ao Html,ou um JPEG,GIF… Não importa qual o formato o importante é que pode-se interagir diretamente com esses recursos via HTTP.

Por exemplo:

quero acessar claudio/servico/relatorio, acessando retorna um arquivo(recurso) xml.

“claudio/servico” é o endereco, “relatorio” é o nome do recurso que retorna um xml, juntos são um ID único do recurso na web.

O interessante é que os componentes da web em que são hospedados esses recursos conversam entre si com um protocolo comum, o HTTP. O HTTP possui metodos, URI, status, cabeçalhos e tipos MIME.

Alguns desses métodos são POST, GET, PUT, DELETE. Cada um desse métodos tem finalidades precisas POST=Create, GET=Read, PUT=Update DELETE=Delete …lembra alguma coisa? Um CRUD? Isso mesmo. Podemos agir em cima dos recursos via métodos HTTP assim como se faz com um crud.

Logo em seguida publicarei um exemplo para entender melhor essa tecnologia

Abçs

Claudio Ulisse

Design pattern + SOA = SOA pattern

Ultimamente estou me interessando em estudar um assunto ainda pouco explorado: SOA pattern. É um assunto tão novo que até agora só vi 2 ou 3 livros recém lançados.

Design patter é, na computação, a abstração de um problema prático no desenvolvimento de software, ou melhor, é um modelo reusável de resolução de problemas. Um design pattern explica os passos fundamentais para resolver um problema em geral. Ele não ajuda a implementar o código em si, mas ajuda na lógica da resolução do problema. Os design pattern conhecidos são orientados a objetos mostrando as interações entre objetos e as estratégias para lidar com eles, dependendo do problema. Mesmo assim não definem a arquitetura da aplicação, com os componentes, módulos e sub-módulos. Esses são outros tipos de patterns, chamados arquiteturais, que definem o esqueleto do software. O foco dos design patterns são objetos e as interações entre eles.

O foco do SOA são os serviços. Muito já se falou a respeito de SOA e com certeza é o presente e o futuro do desenvolvimento corporativo. Os Arquitetos SOA se deparam com problemas similares dos analistas de sistemas de informação, afinal os dois tem que arranjar de maneira eficiente componentes que no conjunto tem que funcionar. O analista SI pensa “com qual padrão vou arranjar as minhas classes e objetos? qual vai ser a cara mo deu sistema?”, enquanto o arquiteto SOA pensa “como que vou arranjar os meus serviços? qual o design para o meu problema e que me garanta baixo acoplamento?”. Nesse ponto SOA pattern são um assunto novo. Inclusive livros e documentação sobre isso está saindo agora das editoras. Atualmente, o que eu descobri fuçando na web é que existem 60 SOA pattern, que na verdade são propostas de patterns. Existem livros com várias propostas, o que eu não vi até agora é uma sistematização dos padrões( ops é pattern!) SOA.

Convido vocês a comentar sobre esse assunto e espero muitas sugestões a respeito, porque a minha intenção é postar mais sobre isso.

Claudio Ulisse

news: Interoperabilidade Microsoft e Eclipse

Os executivos Microsoft estão paquerando com Eclipse Foundation. Na verdade faz um bom tempo que a Microsoft tenta reconciliação com o mundo open-source. Nessa estrategia, Eclipse cabe perfeitamente. As duas casas estão colaborando para realizar um plug-in para o Eclipse SWT. Isso vai permitir aos desenvolvedores do Eclipse a possibilidade de desenvolver aplicações Java com a cara do Vista. Durante o evento EclipseCon 2008 a Microsoft confirmou a vontade de prosseguir numa colaboração de longo prazo.

O primeiro fruto de tal colaboração será o suporte, em Eclipse, di Windows Presentation Foundation (WPF), uma biblioteca de classes MS.NET Framework. Uma integração dessa melhorará bastante a interoperabilidade entre SWT e WPF, simplificando a criação de aplicações Java em grau de se integrar com a interface de Windows Vista.

Palminhas para os dois! :)

Claudio Ulisse

Pequeno Panorama da Internet Brasileira – Parte 1

Nos primordios da dita Internet 1.0, aquela em que os portais como Uol, Terra e Ig figuravam entre os 3 sites mais acessados realmente ficou para traz, e com o surgimento da chamada Web 2.0 novos players conquistaram seu lugar, talvez pelo fato da Colaboração ou melhor participação do usúario.

Nomes como Orkut que figura como o site mais acessado do Brasil e 10º do mundo deixa claro a nova forma de negócios onde a participação do usúario e cada vez mais decisiva no cenário atual.

Deixamos para traz o Modelo Portal para dar lugar as chamadas Redes Sociais. O rumo dos Portais como Uol, Terra e Ig são os Serviços corporativos como Hospedagem de Sites, ficou explicito pelo fato do Uol ter acabado de incorporar grandes players de Hospedagem de Sites como a gaucha PlugIn e a veterana Digiweb, batizando o novo serviço de UolHost. A compra da Antiga BrPay rebatizada de PagSeguro, um serviço de Meios de Pagamentos pela Internet tambem confere ao UOL sua visão do negócio dando suporte a milhares de pequenos empreendimentos que necessitam de um meio de pagamento seguro e simples.

Voltando para as redes sociais, não vejo o Brasil ainda preparado para essa Onda, tendo em vista poucas aplicações sociais.

Chamo a Atenção para uma rede social Web 2.0 denominada Tuangr www.tuangr.com um tipo de compra social em Grupos para obtenção de desconstos.

Até a Parte 2
[]´s

Marcio Almeida

Engenharia Social: uma ameaça invisível

Atualmente estamos cercados de ameaças, tanto no mundo virtual quanto no mundo real. Essas ameaças colocam dois pontos em risco: o patrimônio da empresa e a informação. Esta última, foi durante toda a história alvo de pessoas com interesses diversos. Na era da informatização ameaças como vírus, spyrewares e hackers mal intencionados são tão constantes e perigosas que podem, em minutos, fazer empresas perderem muito dinheiro. Entre todas as técnicas de ataques existentes, uma quase não é lembrada ou conhecida, e por esse motivo não vem sendo prevenida: a Engenharia Social.

. NET 2.0 Code Access Security

A ideia principal do CAS é que a confiança de uma aplicação depende da identidade dos componentes que são usados. Por exemplo se a origem de um software é uma fonte confiável, tipo um componente shrink-wrapped instalado pelo usuário, todo aquele que sará verificado em runtime terá as permissões do usuário e poderá fazer ações definidas por essas permissões. Se a fonte do software é parcialmente confiável ou desconhecida, poderão ser adicionadas restrições ao código. Você poderia querer que rode na sua maquina um código com determinadas permissões, que faça parte de uma determinada categoria,e que não rode código procedente de outras categorias. O CAS engine é a resposta do .NET Framework a essas exigências. Muitas vezes a adoção do CAS no código pode gerar mau estar entre desenvolvedores por sem um sub-Framework bastante complexo e rico de classes.

Para começar é útil saber os conceitos básicos que estão por trás do CAS:

  • Evidence(System.Security.Policy namespace): Objeto que representa a origem e a identidade do componente, informa Quem, Onde e Como verificar. As classes valores Publisher e StrongName indicam de quem está vindo o código. Zone, Site, Url, GacInstalled, e ApplicationDirectory, dizem de onde. Hash, serve como prova anti-adulteração, comprova a genuinidade do código. A CLR é em grau de construir uma instância Evidence com os devidos detalhes de uma parte de código, acessando a Assembly.Evidence property. Se um cogido é carregado com tipo ThirdPartyCode , pode ser acessada a Evidence via typeof(ThirdPartyCode).Assembly.Evidence .

  • Code Group: è um grupo de códigos logicamente ordenados em categorias baseadas na Evidence de cada codigo e que tem carateisticas em comum.

  • Permission(System.Security.Permissions namespace): è um nível de privilegio que pode ser cedido e negado pela CAS. Um permissão é uma instância que deriva de System.Security.IPermission e tem outros tipos quais:FileIOPermission, ReflectionPermission, and RegistryPermission. Permite ao código de requerer ou configurar permissões para rodar em determinados ambientes.

  • Permission Set: um conjunto de permissions logicamente reunidas e que podem ser aplicadas ou removidas em grupo. Cada permissão desse grupo pode ter opções diferentes.

  • Policy: o um conjunto de regras definidas por administradores que definem como os componentes CAS deverão se relacionar,por exemplo é o conjunto de permissões que devem ser aplicadas em um conjunto de maquinas e em quais partes de código vão interferir, qual a politica de acesso a um código, que tipo de membros, procedentes de qual meio(intranet,internet…).

O CAS verifica as permissões e as politicas percorrendo a stack e comparando as permissões requeridas por cada chamador e as permissões que o código chamado possui. Se tiver algum código que não corresponde ás necessidades do chamador então é disparada uma security exception e o acesso é recusado.Por enquanto essas são as ideias principais que sustentam o CAS. È um sistema bem eficiente mesmo sendo complexo…afinal nada é perfeito :)

Abçs

Claudio Ulisse

Agilizando sua empresa com eGroupWare

Uma das necessidades que uma empresa tem quando começa a crescer é conseguir coordenar de forma eficiente seu time de colaboradores. Equipes pouco integradas, pouco interativas geram menos resultados. Quando uma pequena empresa chega ao patamar de 8, 10, ou 15 pessoas, já precisa utilizar mecanismos de comunicação eficientes entre esses colaboradores, principalmente quando alguns deles operam fora do escritório, caso comum entre vendedores. Quadros de recados ou post-it não cabem mais na dinâmica de uma empresa. São ineficientes e podem gerar muitos ruídos.

O eGroupWare ajuda, e muito!, no gerenciamento de grupos de pequeno e de grande porte. Reúne num único software várias ferramentas que auxiliam na comunicação desses times. Dentre outras, destaco 3 ferramentas como essenciais: Agenda de Eventos, Gerenciador de Tarefas e Gerenciador de Projetos. Todos os 3 são integrados, permitindo grande agilidade no planejamento e acompanhamento de ações.

O eGroupWare é composto de várias outras aplicações, como o Leitor de E-mail, Catálogo de Contatos, Gerenciador de Arquivos, Wiki, Enquete e outros. Além do baixo custo de implantação, já que é um software livre, permite alocar mais recursos em serviços que necessitam de licenças de uso, como é o caso do servidor Exchange, da Microsoft.
O eGroupWare pode integrar sua base de usuários de várias formas: com servidor FTP, servidor de usuários ou até com servidor de e-mail. Basta configurá-lo. Sua interface nativa é web, mas ele pode facilmente integrar-se com o Outlook, Exchange, Thunderbird e com diversos modelos de celulares. É uma ferramenta muito versátil, além de ter uma interface nativa bastante amigável. Seu gerenciamento de tarefas é completo, permitindo ao usuário receber notificação de tarefa via e-mail. As mensagens de notificação podem ser customizadas através da própria ferramenta.

Outra excelente aplicação do eGroupWare é o Sistema de Tickets, apelidado de “Tracker”. É possível utilizá-lo como um CRM (acrônimo da frase em inglês “Customer Relationship Management” ou Gerenciamento de Relacionamento com o Cliente, em português do Brasil confirme http://pt.wikipedia.org/wiki/CRM).

Eu poderia enumerar várias outras boas aplicações que são plugadas ao eGroupWare, como a possibilidade de desenvolvimento de novos módulos de forma rápida e fácil, mas deixarei para os mais curiosos…

Abraços,

Fernando Chucre

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