HushHushRianimation: web 2.0 simples e rápido para Asp.Net

Por Claudio Ulisse

Existe em rede um site interessante que disponibiliza uma biblioteca pequena e simples de efeitos visuais estilo web 2.0 . Basicamente o autor dessa dll não fez nada mais que criar um componente que encapsula várias animações em javascript(prototype,jQuery). São animações básicas, mas quebra um galho danado. Olhar a imagem para conferir…

exemplo.jpg

A o site do projeto é http://www.hushhushmedia.com/…o autor prometeu mais recursos nas futuras versões, vale a pena ficar de olho nesse site.

Abraços

Deploy de uma aplicação ASP.NET MVC no IIS 5.1

Por Claudio Ulisse

Olá,

um dia desse, no meu trabalho tive que enfrentar um problema muito comum para quem está tentando utilizar o MVC do ASP.NET para a primeira vez: o deploy. Como as paginas MVC tem Urls amigaveis, isso é, sem extensão .aspx, no momento da publicação no IIS, o servidor não achará as paginas e retornará erro 404. Isso acontece na versão do IIS 5.1, pois nas versões superiores o IIS suporta automaticamente uma aplicação web MVC.O Deploy é um detalhe que os tutoriais dos criadores do MVC ASP.NET não informaram, ou esqueceram. Fiquei procurando no Google alguma coisa que podesse me ajudar em fazer um deploy do MVC no IIS 5.1, e vi que são dezenas e dezenas de foruns e perguntas sobre esse problema. Bom eu resolví dessa maneira no IIS 5.1 depois de algumas gambiarras(é feio mas é a verdade, gambiarra pura) :

  • Primeiro, no nosso projeto MVC no global.asax.cs modar a rota
    [controller]/[action]/[id] para [controller].mvc/[action]/[id], isso automaticamente deixará compativel o deploy para o ISS 6 ou 7, caso um dia seja necessario atualizar o servidor.
  • Vamos clicar com direito do mouse sobre o projeto web e vamos escolher a opção “Publish…”, nesse caso vou publicar a aplicação numa outra partição e não dentro o Inetpub.

publish mvc

  • Uma vez publicada a aplicação na pasta desejada, vamos criar um diretorio virtual no IIS. Nesse caso criei a pasta raiz como diretorio virtual.

iispasta

  • Depois disso vamo clicar em “configurar” na janela Propriedades do Site e vamos adicionar a extensão “.mvc” e outra “.*”(opcional caso não se queira usar .mvc, mas eu aconselho de usa-lo)iis51.gif

iis51mapextensions.gif

(lembrem-se, “check that file exists” desmarcado)

Agora todos os caminhos serão automaticamente mudados de http://localhost/Home/About para http://localhost/Home.mvc/About por exemplo.

Java + JavaScript + JavaServerFaces(JSF)

Por Felipe Thomas

Caro amigo leitor, gostaria de fazer-lhe uma simples pergunta? É possível desenvolvermos uma aplicação que contenha uma classe Java e essa classe comunique-se com um browser? Sabemos que esses dois itens(classe Java e browser) estão relacionados a tipos de propósitos diferentes, mas… gostaria de conceder a boa notícia. Sim, é possível fazermos essa comunicação entre uma classe Java e um browser usando Applet(classe Java) e JavaScript(linguagem utilizada pelo browser).

 

O melhor de tudo isso é que não é complicado a ponto de fazer pessoas desistirem de utilizar este recurso. Na verdade é muito simples. Para começar crie seu projeto web(dynamic web do Eclipse), o qual sugiro com o nome Java-JavaScript. Após ter criado o projeto, faça o download de um arquivo .jar que será fundamental para que nossa aplicação funcione com sucesso, o nome do arquivo é JSObject.jar, ele pode ser encontrado bem facilmente pela internet(o que seria de nós sem o google). Feito isso, coloque o JSObject.jar dentro do seu classpath. Pronto já temos todos os .jar de que precisamos!!

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Criando e configurando seu primeiro projeto web no MyEclipse

Por Felipe Thomas

Este artigo tem como alvo principal aqueles desenvolvedores que estão engatinhando no mundo do desenvolvimento de softwares ou até mesmo aqueles que já programam, mas não têm tanta afinidade com a ferramenta, que no caso é o MyEclipse. Pra quem não tem MyEclipse, os passos de configuração servem também para o Eclipse e até mesmo para outras ferramentas similares como NetBeans entre outras.

 

Começamos indo ao Menu File item New opção Project… Conforme pode ser visto na figura abaixo:

imagem011.JPG

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Json.NET: Linq to Json

Por Claudio Ulisse

Amigos,

enfim um exemplo sobre como utilizar a biblioteca Json.NET para interagir com Linq. Sinceramente achei essa biblioteca muito boa, simples,mas infelizmente não tem suporte pela “comunidade” como seria desejável, então mesmo com o idealizador(James Newtonking) muito ativo não é uma escolha estratégica, utilizar algo que em futuro podeira não ter mais suporte…mas pelo resto achei uma biblioteca bacana.

Aqui temos uma visão geral do projeto
projeto.JPG

Nesse caso o banco de dados possui 2 tabelas ,Produtora e Dvd, que são carregadas em memoria com um dataset. O Linq mapeia as tabela e cria um arquivo DataClasses onde são criadas 2 entidades, uma para cada tabela.

O exemplo monstra como criar um objeto Json a partir de uma lista com Linq e como fazer uma query no Json, sempre via Linq

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Assinatura de Applet

Por Felipe Thomas

O modelo de segurança implementado pela plataforma Java, na sua proposição inicial, é centrada sobre o conceito de sandbox (caixa de areia). De acordo com o modelo sandbox, um código remoto (applet) não é confiável e pode acessar recursos limitados, fornecidos dentro do sandbox, uma área do Servidor Web dedicado àquele applet. A idéia de sandbox foi desenvolvida no sentido de garantir que mesmo que um usuário carregue um applet malicioso, esse não pode danificar a máquina local, por exemplo, apagar um arquivo do seu disco local.Porém existem applets que são de confiança e necessitam sair do sandbox para fornecer um determinado serviço. Existem varias maneiras para resolver este problema, uma delas é a assinatura do applet. O JDK 1.1.x introduziu o conceito de applet assinado. Neste modelo estendido, um applet assinado digitalmente é tratado como código local confiável (aplicação standalone) se a assinatura é reconhecida como confiável pelo sistema que recebeu o applet. Entretanto no JDK 1.2.x, o applet assinado terá liberdades conforme especificado por um arquivo de política (policy file). Utilizou-se neste trabalho para o processo de assinatura e verificação do Applet Cliente a versão JDK 1.2.1.

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Serialização com Json.NET

Por Claudio Ulisse

Json é um padrão leve de formatação em Javascript para troca de dados muito utilizado por desenvolvedores de aplicações tipicas de web 2.0. Suportado nativamente por PHP,Python e outras linguagens, o .NET, infelizmente, ficou atrás nessa historia e deixou o desenvolvimento de suporte ao Json a iniciativas pessoais, demonstrando assim pouca sensibilidade para palicações leve web 2.0.

Uma dessas iniciativas é o desenvolvimento de uma biblioteca, a Json.NET por James Newton, muito interessante e simples de usar porque herda muitas das classes que já existiam no .NET, adicionando só os elementos para tratamento do formato Json.
Algumas caraterísticas dessa biblioteca são:

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Configurando Banco de Dados Derby usando MyEclipse 5.5

Por Felipe Thomas

Seja bem-vindo ao tutorial sobre Derby (banco de dados relacional desenvolvido em Java) utilizando MyEclipse 5.5.

Este tutorial visa demonstrar que realizar a configuração do Derby utilizando MyEclipse 5.5 é bastante simples. Já usando Eclipse Europa não é tão trivial assim, pois ele precisará que você adicione alguns plugins nele. Caso haja necessidade, solicite um tutorial sobre como configurar utilizando versões Eclipse, como por exemplo, Eclipse Europa. Neste, você aprenderá a iniciar o servidor Derby, conectá-lo ao banco de dados e configurá-lo de acordo com as suas necessidades. Posteriormente, exibiremos um tutorial que ensina como implementar um projeto web usando frameworks como struts, JSF e que utilizarão o Derby como banco de dados, ou seja, utilizaremos este tutorial.

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Dois meses de Horizontes Digitais

Por Fernando Chucre

Depois de dois meses organizando e concretizando o site temos 4 colunistas e mais de 600 acessos unicos. Varias cidades e paises passaram por aqui e claro estamos muito satisfeitos, estamos conseguindo atingir nossos objetos no projeto, claro que temos limitações, mas acho que estamos no caminho certo.

Uma das curiosidades podem ser ditas, uma delas é algumas metricas do ultimo mês que apontou Belem como a cidade que mais acessou o site. :-] Gostaria que os nossos leitores de todos os cantos do país. Mas considerando todo o periodo as 4 cidades que mais acessaram o site foram: Fortaleza(215), Belem(99), Rio de Janeiro(49) e São Paulo(48).

O assunto mais falado por aqui foi o Desenvolvimento, mas ainda estamos trabalhando para melhorar a quantidade e qualidade em Segurança e Négocios, queremos dicas e solicitações ;)

Uma ultima coisa,

Muito obrigado pelos acessos e comentarios!!

Usando foreach para modificar array com referencia

Por Fernando Chucre

Durante meus estudos para a prova de certificação da Zend (é amanhã!!) eu me deparei com uma questão em um simulado. A pergunta era sobre qual a melhor iteração possivel com o seguinte array, um detalhe, era necessario modificar os valores do array:

$myNames = array(’Joao’,'Maria’,'Carlos’);

A resposta correta que o simulado indicava era a estrutura de controle for(;;) mostrando que a estrutura de controle foreach copiava o valor do indice para a variavel determinada. Isso e verdade, na forma comumente usada, porem a estrutura foreach permite o uso de modificador de linguagem & que indica a inicialização de uma referencia. Da seguinte maneira:

foreach ($myNames as &$name)
{
….
}

Desta forma o ponteiro interno do array é resetado para a primeira posição, depois em cada iteração é deslocado uma posição para cima ou frente até o final e sempre usando a referencia, ou seja, a variavel $name é de fato a posição de iteração do array. Quando mudamos o valor da variavel $name mudamos o valor de $myNamos[x], onde x é a iteração atual.

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